Objectiva 3
Um filme,
Um ponto da Cidade,
E uma opinião...
Thursday, May 15, 2008
Wednesday, May 14, 2008
Perante esta realidade:
«A violência doméstica em Portugal aumentou no ano de 2007 mais de seis por cento relativamente ao ano anterior. Os dados são de um relatório de segurança interna que dá conta de quase 22 mil crimes registados pela PSP e GNR só no ano passado. (...)
Como já era esperado o relatório dá conta de que as mulheres constituem o maior grupo de vítimas, com mais de 80 por cento, enquanto os homens não atingem ainda os 15 por cento de casos em que são as vítimas, mas surgem como agressores em quase 90 por cento das situações. Uma nota de destaque para os idosos já que este relatório dá conta de que estes “têm cada vez mais noção dos seus direitos e já denunciaram os maus tratos de que são alvo” (...)». in site da RTP1 - 14.05.08
As declarações do Bastonário Marinho Pinto, veiculadas hoje na imprensa, são uma verdadeira alucinação!
Totalmente em desacordo com o Sr. Bastonário!
«O bastonário Marinho Pinto afirmou no parlamento que a violência doméstica não deveria ser crime público, porque inviabiliza a desistência do processo, caso a vítima o deseje, noticia hoje a imprensa» in Público on line 14.05.08
A violência doméstica é um atentado à dignidade humana.
Todos temos que participar no seu combate!
Lisboeta que é lisboeta....
Sabe o significado de:
Estufa-fria: Um jardim em estufa no Parque Eduardo VII
Paris em Lisboa: Uma loja na Rua Garrett
Mexicana: Uma pastelaria na Praça de Londres
Feira da Ladra: Uma feira no Campo de Santa Clara, às terças e sábados
Catedral: O Estádio do Benfica
Portugália: Uma Cervejaria
Janelas verdes: Uma Rua de Lisboa
Santa Apolónia: Uma Estação de Comboios
Beato: Uma freguesia de Lisboa
Brasileira: Um Café no Chiado
São Jorge: Um Cinema na Av. na Liberdade
Vasco da Gama: Um Centro Comercial no Parque das Nações
Bica: Um café de máquina ou uma Calçada da Cidade
Diário Notícias: Uma Rua do Bairro Alto ou um Jornal com sede na Avenida da Liberdade
Limoeiro: Uma antiga prisão (Espaço onde está instalado o Centro de Estudos Judiciários) ou uma Rua de Lisboa
Boa Hora: Tribunal ou uma Travessa da Cidade
Tuesday, May 13, 2008
Monday, May 12, 2008
Uma exposição a não perder...
Remember!
we are the world
Apesar do esforço de muitos artistas denunciando ao mundo o sofrimento do povo africano, outros poderosos "artistas" continuam de "pedra e cal "em África.
Mas há quem não se silencie:Bob Geldof . Bem haja!
Apesar do esforço de muitos artistas denunciando ao mundo o sofrimento do povo africano, outros poderosos "artistas" continuam de "pedra e cal "em África.
Mas há quem não se silencie:Bob Geldof . Bem haja!
O Museu -da Fundação Oriente
RETIRADO DESTE SITE

Edifício Pedro Álvares Cabral
Antigo armazém frigorífico da Doca de Alcântara.
O projecto de requalificação deste espaço é do Arquitecto Carrilho da Graça.
Sunday, May 11, 2008
Saturday, May 10, 2008
Viajar no comboio Sud Expresso
Fotografia de Cristina Garcia

Uma viagem de comboio tem sempre como ponto de partida ou chegada a Estação.
A Estação de Santa Apolónia, recentemente recuperada, pauta-se por uma ambiência própria de um vai e vem de passageiros embora o seu frenesim não tenha o ritmo de outras épocas.
A chegada a Santa de Apolónia para apanhar o comboio Sud Expresso que faz a ligação Lisboa – Paris não deixa antever a aventura que se avizinha.
A entrada na carruagem é a primeira de muitas surpresas: o viajante é convidado a participar num puzzle que decifrado permite a descoberta do seu lugar. Na versão originária, há cerca de 30 anos, a distribuição dos lugares era identificada por pequenas chapas metálicas na parte superior dos assentos. Com o decurso do tempo a CP (Caminhos de Ferros Portugueses) adoptou a metodologia apelidada de “tapa buracos” na manutenção das carruagens pelo que foi substituindo algumas placas moribundas e descurando outros tantos assentos. Perante tal realidade incumbe ao passageiro sentado colaborar com o recém-chegado de forma a permitir uma recepção calorosa ao seu companheiro de viagem nas 7 horas (até Salamanca) seguintes.
A Estação de Santa Apolónia, recentemente recuperada, pauta-se por uma ambiência própria de um vai e vem de passageiros embora o seu frenesim não tenha o ritmo de outras épocas.
A chegada a Santa de Apolónia para apanhar o comboio Sud Expresso que faz a ligação Lisboa – Paris não deixa antever a aventura que se avizinha.
A entrada na carruagem é a primeira de muitas surpresas: o viajante é convidado a participar num puzzle que decifrado permite a descoberta do seu lugar. Na versão originária, há cerca de 30 anos, a distribuição dos lugares era identificada por pequenas chapas metálicas na parte superior dos assentos. Com o decurso do tempo a CP (Caminhos de Ferros Portugueses) adoptou a metodologia apelidada de “tapa buracos” na manutenção das carruagens pelo que foi substituindo algumas placas moribundas e descurando outros tantos assentos. Perante tal realidade incumbe ao passageiro sentado colaborar com o recém-chegado de forma a permitir uma recepção calorosa ao seu companheiro de viagem nas 7 horas (até Salamanca) seguintes.
Outro desalinho encontrado no interior das carruagens é a dificuldade extrema na abertura de algumas janelas que exige um esforço físico desadequado a pessoas com forças mais debilitadas.
Chegados a meio da viagem deparamos com outra surpresa: A ida a casa de banho. Este pequeno cubículo é demonstrativo da descuidada gestão feita pela CP quanto à garantia de conforto ao passageiro – o sabonete líquido é virtual e a flagrante ausência de reposição dos toalhetes agrava a falta de condições de higiene.
Não querendo desmotivar os leitores deste post que tiverem por mente viajar no Sud Expresso nos tempos mais próximos, sinto-me, apesar disso impelida a fazer este aviso: Façam-se acompanhar de um bom e fausto farnel – uma viagem desconfortável e de barriga vazia não se deseja a ninguém e a alternativa lógica de jantar no restaurante a bordo peca por ser demasiado cara.
Na verdade, esta panóplia de inconvenientes podiam não fazer parte do meu diário de viagem se a CP cuidasse mais diligentemente da qualidade do serviço prestado ao cliente do Sud Expresso.
Pergunto: Será que esta inércia na adopção de medidas pela CP quanto ao melhoramento do serviço a prestar, que acarreta custos é certo, se deve ao simples facto de vir aí o TGV?
Se for o caso, então, é mesmo grave, pois temos garantidos mais uns bons anos a viajar nestas lamentáveis condições!
Friday, May 09, 2008
Olhar a Cidade!
Fotografia de Cristina Garcia

O olhar é um medidor infalível na esfera das atracções.
A realidade traduzida através do nosso olhar é uma emoção personalizada e exclusiva do seu detentor.
Esta valia própria de qualquer indivíduo é muitas vezes desapegada do nosso quotidiano, porque os horários e compromissos impostos não dão tréguas a uma visão atenta da cidade que nos cerca. Mas será mesmo assim?! Tenho as minhas dúvidas. Todos nós sabemos que um imaginativo olhar da Cidade é reflexo da nossa atracção, residindo exactamente a diferença nesse pressuposto: aqueles que gostam de olhar a Cidade e os outros que, simplesmente, passam os olhos pela paisagem citadina.
Esta valia própria de qualquer indivíduo é muitas vezes desapegada do nosso quotidiano, porque os horários e compromissos impostos não dão tréguas a uma visão atenta da cidade que nos cerca. Mas será mesmo assim?! Tenho as minhas dúvidas. Todos nós sabemos que um imaginativo olhar da Cidade é reflexo da nossa atracção, residindo exactamente a diferença nesse pressuposto: aqueles que gostam de olhar a Cidade e os outros que, simplesmente, passam os olhos pela paisagem citadina.
Nesta altura estão vocês a perguntar: Qual o propósito deste post?
É muito modesto. Com estas breves linhas pretende-se, apenas, avivar, as mentes dos mais esquecidos quanto ao prazer de um imaginativo olhar sobre a Cidade, seja qual for o seu ponto meridional.
Cada cidade tem o seu património construtivo que é marca da sua história e cultura. No entanto, há cidades que são mágicas: Salamanca é uma delas sem qualquer sombra de dúvida!
Cada cidade tem o seu património construtivo que é marca da sua história e cultura. No entanto, há cidades que são mágicas: Salamanca é uma delas sem qualquer sombra de dúvida!
Palmilhar os recantos de Salamanca faz-nos sentir capazes de flutuar virtualmente no tempo. A devota sabedoria dos estudiosos que por ali se albergaram ao longo de séculos tem um latente sinónimo na arquitectura das praças, na grandiosidade dos templos e intimidade dos seus claustros. Esta melodia do passado temporal esvoaça na vivência enérgica dos universitários presentes que contagiam de alegria a cidade.
A magia de Salamanca ressalta logo ao primeiro olhar mas, sobretudo, deixa-nos indefesamente embevecidos pelo áureo cunho espalhado no património edificado ao entardecer, que nos faz libertar a nossa imaginação..
Um olhar que me deixou feliz!
A magia de Salamanca ressalta logo ao primeiro olhar mas, sobretudo, deixa-nos indefesamente embevecidos pelo áureo cunho espalhado no património edificado ao entardecer, que nos faz libertar a nossa imaginação..
Um olhar que me deixou feliz!














